FESTA JUNINA, QUADRILHA, QUENTÃO... DIVIRTA-SE, NÃO SOLTE BALÕES.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO VISITA O NTE/AQUIDAUANA




A Secretária de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul, Maria Nilene Badeca acompanhada da Coordenadora de Tecnologias Educacionais Aparecida Campos Feitosa, visitou hoje a sede do NTE Aquidauna para conhecer a nova pintura e layout do prédio.
Na visita aproveitou para relatar o trabalho de levantamento in loco em todas as Unidades Escolares da Rede Estadual, propondo melhorias e mudando a politica de administrar não só de gabinetes, mas sim conhecendo as necessidades de cada Unidade Escolar, para que o Estado tenha de fato uma Educação de Qualidade.
O Prof Josué Cabral, diretor do NTE Aquidauana agradeceu a visita, a confiança e o apoio que a Secretária e a Coordenadora têm depositado no trabalho da equipe do NTE com as Tecnologias Educacionais, fazendo delas fundamentais na melhoria do processo Ensino-aprendizagem.

AS BUSCAS VIA INTERNET







Estudo realizado pela Universidade de Buenos Aires, na Argentina, mostra como os estudantes procuram informações na rede mundial
Gabriel Pillar Grossi mailto:ggrossi@abril.com.br
WriteAutor('Gabriel Pillar Grossi');
, de La Plata, Argentina


ESTUDO NA TELA O jovem precisa saber selecionar sites e, dentro deles, interpretar as informações corretas.

Foto: Philippe Lissac/Godong/Corbis

A tecnologia está cada vez mais presente na vida de todos. Tanto é assim que pela primeira vez na história o Pisa (sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação Comparada, a famosa prova realizada com jovens de 15 anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE) vai incluir, neste mês de maio, um teste para ser respondido com o auxílio do computador. As 27 questões serão aplicadas apenas em 17 países (dos quase 60 que fazem o Pisa), justamente para medir a capacidade de encontrar informações e construir conhecimento utilizando a rede mundial.No entanto, o uso de computadores na escola ainda não está tão disseminado em nosso país (e em muitos de nossos vizinhos). Pesquisa divulgada no mês passado mostrou que 63% dos estudantes brasileiros dizem que o lugar mais habitual para acessar a internet é a escola. Porém, esses mesmos jovens afirmam que metade dos professores não utiliza nem recomenda a rede. E apenas um em cada dez entrevistados aprendeu a usar a ferramenta com um educador.

Cientes dessa falta de familiaridade dos professores com a internet, pesquisadores da Universidade de Buenos Aires vêm se dedicando a entender como os alunos buscam informações na rede. "Muita gente acha que, pelo fato de terem mais acesso às máquinas desde cedo, as crianças sabem tudo o que precisam fazer, o que não é verdade", destaca Flora Perelman, a coordenadora do estudo, que foi apresentado em março durante as Jornadas 30 Anos de Leitura e Escrita na América Latina, em La Plata. "Temos um papel fundamental na hora de ajudar essa turma a usar as novas tecnologias." O estudo, feito com alunos do equivalente ao nosso 7º ano em 400 escolas da província de Buenos Aires, indica que há cinco pontos essenciais a considerar antes de colocar a garotada na frente da tela: compreender que a busca na rede é uma prática social de leitura, tomar consciência de que a máquina deve ser usada ao nosso favor, aprender a escolher os sites que têm o que se quer procurar, saber selecionar informações confiáveis e entender o peso da imagem no processo.

O que o aluno deve buscar na rede, onde e como

O primeiro problema que se coloca para os estudantes ao pesquisar na internet é onde encontrar o que se quer. Em geral, acessam um site de busca (tipo Google) e digitam uma ou mais palavras. Há três comportamentos padrão. Quando quer apenas se divertir, o jovem clica no primeiro resultado de busca e vai para o novo site. Na hora de buscar conhecimento geral, ele clica em no máximo dois sites, até achar o tema em questão. Finalmente, quando tem de localizar algo específico para uma tarefa escolar a complexidade aumenta: o aluno faz a busca, lê o site, tenta avaliar a qualidade dos dados oferecidos e refaz o processo várias vezes, até ter alguma certeza de que os nomes, números e datas conferem. Mas o processo é eficaz? "Isso prova que buscar informação na internet é altamente complexo, é uma prática social de leitura e, portanto, requer auxílio constante do professor", explica Flora Perelman. Mariana Ornique, também da equipe que realiza o estudo, conta que, quando o professor não orienta o trabalho, o mais comum é a turma digitar qualquer coisa na tela, sem pensar muito. "Só que a página de busca não é capaz de interpretar nada." Por isso é fundamental discutir o que exatamente se quer encontrar - antes de clicar. Em outras palavras, é preciso levar os alunos a entender a diferença entre pedir informação a alguém e à máquina. Só assim a tecnologia é usada a favor do usuário e da aprendizagem.

Na hora de escolher, confiança é a chave

O terceiro passo é aprender a selecionar os sites "Na dúvida, as crianças muitas vezes optam por um ‘.org’ ou ‘.gov’, porque acreditam que páginas não-comerciais têm mais credibilidade", afirma outra pesquisadora, Vanina Estévez. "Será? Duvidar das informações é essencial e é preciso ensinar a turma a fazer isso." Segundo a pesquisa, os jovens acreditam muito na objetividade dos fatos históricos. Mas é essencial que eles compreendam que qualquer ponto de vista carrega consigo uma certa parcialidade - conhecimento, aliás, que deve ser explorado também em atividades sem o computador. Daí a importância de saber selecionar as informações confiáveis (a quarta conclusão do estudo). Afinal, nem tudo o que está disponível na internet é verdadeiro. Como, então, levar a turma até dados confiáveis? "Essa é a questão quando se trata de explorar a tecnologia na escola", diz a pesquisadora Emilia Ferreiro, conhecida por seus estudos em alfabetização, mas que coordena trabalhos sobre o uso do computador em classe. "Quando alguém nos pergunta algo, imediatamente pensamos para que essa pessoa quer saber isso, aonde quer chegar. E a máquina não faz isso. Nenhum site de busca consegue interpretar como nós fazemos."

A força das imagens e como não se enganar

Finalmente, María Rosa Bivort, também da equipe de Buenos Aires, chama a atenção para a importância da imagem na busca via internet. "Numa das tarefas propostas, os alunos tinham de encontrar fotos de imigrantes que vieram da Europa no século 19", conta ela. "Ao colocar palavras-chave nas ferramentas de busca, como ‘navio’ e ‘século 19’, algumas crianças encontraram fotos recentes de embarcações antigas em festas em homenagem aos imigrantes, por exemplo." Isso serviu para os professores explicarem que nem todas as imagens em sépia (aquele tom amarelado que as fotos em preto-e-branco ganham com o tempo) são velhas de verdade, pois esse efeito pode ser obtido hoje justamente graças à informática. Sem falar no próprio visual dos sites - um mais atraente pode "parecer" mais confiável, sobretudo para crianças menores. Tudo isso só reforça a importância de cruzar informações e checar antes de simplesmente comprar o que aparece na tela. "A confiabilidade é mesmo o aspecto crucial", analisa Emilia Ferreiro. "A grande vantagem é que a máquina nos permite experimentar infinitamente. Podemos voltar, refazer, trocar tudo. E isso não causa nenhum problema ao trabalho, pois ele é 100% reversível. No entanto, precisamos ensinar a interpretar. Pois só assim vamos ajudar os alunos a construir conhecimento de fato."

SUGESTÃO AULA DE MATEMÁTICA




Gráficos no Excel na aula de Matemática
Bloco de ConteúdoMatemática
ConteúdoTratamento da Informação

Objetivo

Produzir, analisar e comparar gráficos em computador.

Conteúdos

- Coleta e organização de dados.

- Recursos visuais (gráficos e tabelas) para sintetizar informações.

Anos

6º e 7º.

Tempo estimado

Cinco aulas.

Material necessário

Fita métrica e computador com o programa Excel.

Desenvolvimento

1ª etapa

Peça que a classe selecione um tema para uma pesquisa de dados. Uma sugestão é investigar dados do desenvolvimento físico, como a altura dos estudantes. Organize a medição e anote os resultados no quadro.

2ª etapa

Proponha que a turma pesquise exemplos de gráficos em jornais, revistas e sites para decidir o melhor jeito de apresentar os dados coletados: discriminar a altura de aluno por aluno ou agrupando-as? Nesse último caso, seria possível, por exemplo, posicionar os dados em quatro faixas: 1,40 metro ou menos, de 1,41 a 1,50 metro, de 1,51 a 1,60 metro, 1,61 metro ou mais. Peça que a turma decida as faixas mais adequadas aos dados.

3ª etapa

Divida a classe em grupos, colocando-os em frente aos computadores. No Excel, peça que abram uma planilha e sugira que criem uma tabela com duas variáveis: as faixas de altura definidas e o número de estudantes. Selecionando a tabela e clicando no botão "assistente gráfico", peça que gerem um gráfico de colunas. Convide-os a explorar os recursos do assistente introduzindo um título, retirando e acrescentando rótulos de dados e nos eixos X e Y, linhas de grade etc. Discuta: em qual das opções a informação fica mais clara?

4ª etapa

Com o auxílio do assistente, peça que a classe gere gráficos de barras, colunas, pizza e linhas. Qual o melhor tipo para mostrar os dados coletados? A classe deve perceber que os gráficos de barras e de colunas são os mais adequados para comparar os valores de diferentes categorias, os de linhas para mostrar o sobe-e-desce de uma determinada variável ao longo do tempo e os de pizza para mostrar a proporção das categorias no universo pesquisado.

Avaliação

Verifique se a garotada compreende a necessidade de estabelecer categorias e se conseguiu criar gráficos e perceber a utilidade específica de cada tipo. Se necessário, repita a atividade com a coleta de outros dados, como peso, idade etc.


Consultoria: Priscila MonteiroCoordenadora da formação em Matemática da prefeitura de São Caetano do Sul, SP, e formadora do projeto Matemática É D+.

LÍNGUA PORTUGUESA




O uso de recursos da informática nas aulas de Língua Portuguesa

Ferramentas digitais ajudam na edição e revisão de textos
Amanda Polato (novaescola@atleitor.com.br)
WriteAutor('Amanda Polato');

O texto - aquela composição escrita ou falada, que nasceu juntamente com a invenção da linguagem - segue sendo o mesmo. Nossa relação com ele, não. Em suas pesquisas, o historiador da leitura Roger Chartier afirma que o suporte material (papel, áudio, vídeo ou formato digital) exerce influência na relação que estabelecemos com o texto. Nesse sentido, blogs, fotologs e podcasts são novos gêneros, com características próprias. É possível, por exemplo, relacionar links para que o leitor tenha a liberdade de seguir diferentes caminhos - é o chamado hipertexto. Cada vez mais, a turma vai precisar conhecer esses aspectos. A boa notícia é que trabalhos recentes como o do professor Jorge Luiz Marques de Moraes, um dos ganhadores do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 em 2008 (leia a reportagem na página 64), mostram que dá, sim, para conjugar o aprendizado de novos gêneros (no caso dele, o podcast) com conteúdos tradicionais (a comunicação oral). Além de gerar novas demandas, as ferramentas digitais modificam procedimentos consagrados na disciplina. O exemplo mais significativo diz respeito à edição e revisão de textos. Em processadores como o Word, a verificação ortográfica é muito facilitada. "O professor pode deixar o corretor ortográfico ligado para que os estudantes tentem resolver, com autonomia, alguns dos erros - o que não o isenta de seguir ensinando ortografia", aponta Cláudio Bazzoni, assessor da prefeitura de São Paulo e selecionador do Prêmio. Em termos de organização textual, a vantagem é poder mudar de lugar, ampliar, cortar e eliminar frases e parágrafos, experimentando novas soluções para a composição sem precisar escrever tudo de novo a cada nova versão. A informática também pode ajudar no trabalho com gêneros textuais. Na Escola da Vila, na capital paulista, a professora Andressa Mille Fernandes propôs à turma do 4º ano a construção de um informativo sobre o ciclo da água, um conteúdo que já havia sido tratado nas aulas de Ciências. Depois de planejar o texto, decidir o destinatário, selecionar as informações e escrever, as crianças foram para o computador fazer títulos e quadros e escolher fontes e cores. Assim, tanto a forma como o conteúdo da produção se aproximaram ainda mais dos exemplos de jornais, aprofundando a caracterização do gênero estudado.


Língua Portuguesa


Tecnologias - Ferramentas de publicação - Processadores de texto - Sites de áudio e vídeo Conteúdos - Comunicação oral - Produção de textos - Análise e reflexão sobre a língua Oportunidades de ensino - Criar blogs - Produzir podcasts - Realizar e publicar vídeos - Revisar e editar textos no computador
Quer saber mais?


CONTATOSAndrea Vieira ZinniCláudio BazzoniCE Presidente Kennedy, R. Santa Catarina, 1513, 86600-000, Rolândia, PR, tel. (43) 3256-1442 Colégio Miró, R. Cândido Portinari, 58, 40140-440, Salvador, BA, tel. (71) 3247-3022 EE Patriarca da Independência, R. Rui Barbosa, 55, 13280-000, Vinhedo, SP, tel. (19) 3876-6790 EE Professor Edsson Heráclyto Cerezer, R. Barão do Itaqui, 548, 96400-000, Bagé, RS, tel. (53) 3242-5561 Escola da Vila, R. Barroso Neto, 91, 05585-010, São Paulo, SP, tel. (11) 3726-3578 Ivone DominguesLevon BoligianLuciana HubnerMarcia Padilha LotitoMarcos Garcia NeiraMuseu da Pessoa, R. Natingui, 1100, 05443-002, São Paulo, SP, tel. (11) 2144-7150 Paulo Nin FerreiraPriscila MonteiroRosa IavelbergSilmara Maria Cruz PaivaBIBLIOGRAFIAEducação Hoje: "Novas" Tecnologias, Pressões e Oportunidades, Pedro Demo, 144 págs., Ed. Atlas, tel. 0800-171-944, 38 reais Tecnologias para Transformar a Educação, Juana María Sancho e Fernando Hernández, 200 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais INTERNETGuia sobre uso seguro da internet Conteúdos digitais para todas as disciplinas

USO DA TECNOLOGIA NA SALA DE AULA







Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula
Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
Amanda Polato mailto:novaescola@atleitor.com.br
WriteAutor('Amanda Polato');












TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos? Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos? Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA. Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real. As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.


Nove dicas para usar bem a tecnologia


O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas. O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas. O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo. O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula. A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções. O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos. A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica. A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura. A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.


Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.





SUGESTÕES DE AULAS


Conteúdos Educacionais no ar!


A Microsoft Brasil lança hoje o portal Conteúdos Educacionais, um espaço dedicado totalmente a você, educador inovador!

O site reúne todos os conteúdos educacionais desenvolvidos pela Microsoft desde 2003, com a iniciativa Parceiros na Aprendizagem, que são parcerias com instituições e universidades que se dedicam ao estudo da aplicabilidade da tecnologia na educação.

No site também estão disponíveis as tecnologias da Microsoft que auxiliam o professor no apoio nos laboratórios de informática, utilização dos softwares e até dicas de como navegar com segurança.

Para ter acesso aos materiais basta se cadastrar pelo site www.conteudoseducacionais.com.br e fazer o download dos conteúdos que mais lhe interessam.

Explore seu potencial e ganhe novos horizontes!

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Prêmio Microsoft Educadores Inovadores

Blog Oficial
10 de junho

Não perca tempo!





Eles conseguiram. Você também pode!

Se você ainda não enviou o seu projeto, a hora é agora! Educadores de todo o Brasil acreditaram no seu potencial e se inscreveram no Prêmio Microsoft Educadores Inovadores. Assim a educação brasileira é representada lá fora: já fomos à Filadélfia, Finlândia, Guatemala e Hong Kong. Você pode ser o próximo a ter seu projeto reconhecido pelo mundo!

As inscrições vão até o dia 3 de julho para as Escolas Técnicas. Educadores de ensino básico poderão se inscrever até 10 de julho nas categorias Inovação em Comunidade, Inovação em Colaboração, Inovação em Conteúdo.

Participe do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2009! Acesse www.educadoresinovadores.com.br e inscreva-se!

ESCOLHA DO LIVRO DIDÁTICO


Página do MEC Página do FNDE Notícias Notícia escolhida

NOTÍCIAS




Escolha de livros didáticos começa na segunda-feira











ASCOM-FNDE (Brasília, 04.6.09) – A partir de 8 de junho, tem início o período de escolha de um dos maiores programas de distribuição de livros didáticos do mundo. O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), financiado e executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), irá oferecer obras para alunos do 1º ao 5º ano da rede pública de ensino fundamental. Professores e diretores terão até o dia 28 deste mês para optar pelos livros que serão usados de 2010 a 2012 – no PNLD, os livros devem durar três anos, sendo reaproveitados por outros alunos a cada novo período letivo, exceto as cartilhas de alfabetização do 1º e 2º ano, classificadas como consumíveis.

A escolha ocorrerá exclusivamente pelo sítio www.fnde.gov.br . Para orientar a equipe de cada colégio responsável pelo registro das obras no sistema, foi elaborado o Guia do PNLD 2010, publicação com um resumo de todos os livros didáticos disponíveis. Enviado em versão impressa para todas as escolas de ensino fundamental, o guia também pode ser consultado na primeira página do FNDE na Internet, em Destaques . No mesmo local há, ainda, informações sobre como navegar no sistema, cuidados com a senha e o código de segurança e normas de conduta.

Com conteúdo já adaptado ao novo acordo ortográfico da língua portuguesa, as disciplinas à disposição para escolha são: letramento e alfabetização linguística e alfabetização matemática (1º e 2º ano); geografia, história e ciências (2º ao 5º ano); língua portuguesa e matemática (3º ao 5º ano); e história regional e geografia regional (4º ou 5º ano).

Premiação - Como forma de promover o período de opção dos livros, o FNDE instituiu o concurso Escolha Premiada. Dividido em quatro categorias – que ordenam os 26 estados e o Distrito Federal conforme a quantidade de escolas e sua distribuição em áreas rurais e urbanas –, o concurso vai premiar as quatro secretarias estaduais e as 12 secretarias municipais de educação que tiverem maior participação no registro da escolha.

Também receberão prêmios as três escolas de cada município vencedor que mais rapidamente registrarem sua opção. Ao final do concurso, serão distribuídos 52 acervos completos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), com 559 obras cada, totalizando cerca de 30 mil livros.

Segundo a coordenadora geral dos programas do livro, Sonia Schwartz, o principal objetivo do prêmio é “evitar o congestionamento do sistema para registro das opções na última semana do prazo ”. Participarão da Escolha Premiada apenas as escolas que optarem nas duas primeiras semanas da escolha, ou seja, de 8 a 21 de junho. Durante esse período, relatórios diários com o ranking de estados e municípios mais bem colocados em cada categoria serão divulgados no sítio do FNDE. “Com isso, queremos estimular a competição entre eles”, diz a coordenadora.










Assessoria de Comunicação Social


Primeira Semana do Meio Ambiente

TV Escola - 1º A 5 DE JUNHO ÀS 10H REPRISES 14H E 20H


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FÓRUM DO MEIO AMBIENTE - ECO-92 no RJ.

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A criança que calou o mundo.
Já se passaram 17 anos e não mudou nada.

SEMANA DO MEIO AMBIENTE

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DOIS IRMÃOS DO BURITI - AULA INAUGURAL 100h

Em Dois Irmão do Buriti aconteceu o 1º encontro presencial da capacitação continuada do Proinfo Integrado com os professores da rede estadual e municipal com o curso de 100h, Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC no dia 29 /05 na escola E.E. Estefana Centurion Gambarra tendo como tutora a professora multiplicadora Lúcia Martins Dias Couto do NTE de Aquidauana.


BONITO - AULA INAUGURAL 100H

Em Bonito aconteceu o 1º encontro presencial da capacitação continuada do Proinfo Integrado com os professores da rede estadual e municipal com o curso de 100h, Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC no dia 28 e 29 /05 na escola E.E. Luiz da Costa Falcão nos período noturno, matutino e vespertino, tendo como tutora a professora multiplicadora Sandra Regina Caetano dos Santos do NTE de Aquidauana.


 
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